Com base nas informações disponíveis sobre o caso dos cuidadores e auxiliares da educação, especialmente os que atuam com crianças com deficiência, aqui está uma linha do tempo organizada para facilitar a compreensão:
🔹 Setembro – Outubro de 2025
Crescem as denúncias de atrasos salariais e falta de pagamento de direitos trabalhistas.
Pais e profissionais começam a pressionar a prefeitura e a Secretaria de Educação.
🔹 Novembro de 2025
Reuniões entre representantes da prefeitura e empresas terceirizadas tentam alinhar soluções.
É divulgado que haverá cronograma para pagamento do 13º salário e rescisões.
A insatisfação aumenta, pois os valores ainda não chegam aos trabalhadores.
🔹 Dezembro de 2025
Nova reunião oficial confirma o cronograma de quitação do 13º e das rescisões.
A prefeitura promete regularizar os pagamentos, mas os profissionais seguem em situação de insegurança.
Pais e comunidade reforçam críticas: com orçamento de mais de R$ 2 bilhões para 2026, não há justificativa para manter salários baixos e atrasados.
🔹 Perspectiva para 2026
O orçamento aprovado prevê R$ 405 milhões para Educação e R$ 456 milhões para Saúde, mas os trabalhadores terceirizados ainda aguardam valorização efetiva.
A pressão social deve continuar, com expectativa de maior mobilização de pais e entidades.
A linha do tempo mostra que o problema não é pontual, mas recorrente. Apesar das reuniões e promessas, os profissionais seguem sem garantias, e a crítica central permanece: há dinheiro em caixa, mas falta prioridade política para valorizar quem cuida das crianças mais vulneráveis.


